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Mostrando postagens de agosto, 2026

O conceito de tecnologia - Álvaro Vieira Pinto

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       No primeiro capítulo do livro “O Conceito de Tecnologia”, Álvaro Vieira Pinto traz pensamentos filosóficos com o intuito de compreender o trabalho, a técnica e a tecnologia a partir da realidade dos países subdesenvolvidos, especialmente do Brasil.      Álvaro em seu texto defende que o desenvolvimento humano está ligado à capacidade de transformar a realidade por meio do trabalho e de instrumentos cada vez mais elaborados. De forma que, o trabalho não apenas modifica a natureza: ele também transforma o próprio ser humano.      Ele distingue o maravilhar-se atual do antigo, pois agora o homem maravilha-se não diante da natureza e sim de suas próprias obras.   Demonstra como os objetos de conforto que nos cercam são para a gerações atuais a própria natureza, no sentido de serem o que lhes parece natural.   A atitude de maravilhar-se com a criação humana não é apenas histórica, mas tem fundamento na constituição de soc...

Um pouco de mim

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Sou a Mônica Polito, mas não sou dentuça, teimosa e nem mandona. Tenho um Sansão encardido. Sou filha de D. Rita e Seu Irineu. Sou a caçula e admito que sou paparicada por isso.  Nasci e vivi rodeada de mulheres, as principais minha mãe e minhas irmãs. Todas cuidaram de mim como mães, cada uma do seu jeito. Elas me ensinaram muitas coisas: ser feliz, rir, viver, ter responsabilidade, ética, entre muitas outras coisas. Treinei como ser mãe com meus sobrinhos, mas em 2004, recebi meu grande Presente de Deus, Samara, a Magali. Tenho dois gatos Demolidor (que não enxerga direito por um olho e chamamos de Demo) e Electra (que é cega, mas enxerga com o coração). Amo plantas, fazer trilha, tomar banho em cachoeira, ir a praia. Gosto de tricô, crochê, costurar, fazer trabalhos manuais. Tenho o riso solto, amo um salto alto, gosto de café, de cozinhar, amo acarajé. Sou umbandista.  Pratico meditação guiada desde março de 2024, participei da primeira turma de formação para aplicação da ...

Eu nasci há meio século atrás

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Eu nasci há meio século atrás Num sábado de Zé Pereira Brinquei de girar em cima de uma enceradeira. Mandei e recebi telegrama de Boas Festas. Fazia cartões de Natal com cartolina e  escrevia as mensagens à mão. Eu tive telefone com fio que com o dedo girava o disco e ouvia o tu, tu, tu. Fiz ligação à cobrar e também recebi. Usei as fichas no orelhão e  depois colecionei os cartões de telefone. Fui na Telasa, fazer  discagem direta à distância (DDD) para outra cidade. Vi a televisão de tubo,  que precisava ajustar a antena para não ficar chiando e chuviscando. Tive uma vitrola, onde tocava os LPs dos trapalhões, Dominó, Menudos. Ganhei o compacto disco do Luiz Miguel por quem me apaixonei. Eu tenho um Sansão encardido que minha irmã me deu. Eu rebobinei fita cassete com uma caneta,  gravei as traduções que tocavam na rádio, fiquei revoltada com as propagandas  no meio das gravações. Assisti mais de três sessões seguidas de ‘ET, o extraterrestre” no Cinema S...